PHS reúne forças no interior fluminense

Sandro Matos aponta Bruno Boareto pré-candidato em Macuco Partido decide lançar candidatos a prefeito em vários municípios

Presidente estadual do Partido Humanista da Solidariedade, o prefeito de São João de Meriti, Sandro Matos, está aproveitando os fins de semana para percorrer o interior fluminense, segundo ele, para fortalecer a participação da legenda no estado e formatar alianças visando as eleições deste ano. Ele esteve ontem em Macuco, onde se encontrou com o ex-presidente da Câmara de Vereadores, Bruno Boareto, que deverá assinar a ficha de filiação ao PHS nos próximos dias, já como pré-candidato a prefeito. Bruno concorreu em 2012 pelo PRB e obteve 44% dos votos apurados.

Partidos vão trabalhar por renovação em Magé

Nos últimos dois pleitos a renovação ficou em torno de 50% Legendas querem alternância no Poder Legislativo e PMDB está dividido sobre sucessão no governo municipal

Uma Câmara renovada, sem vícios e sem os riscos de se pretender fazer de mandatos uma representação comercial e não dos verdadeiros interesses do povo. Esse é o propósito de alguns partidos com diretórios no município de Magé. Os últimos acontecimentos políticos na cidade, com a grande maioria dos membros do Legislativo só descobrindo o dever de fiscalizar depois que o vice-prefeito Claudio Ferreira Rodrigues, o Claudio da Pakera renunciou o mandando e deixou o caminho livre para o presidente da Casa, Rafael Santos de Souza, o Tubarão, sentar na cadeira de prefeito em eventual impedimento do titular, apertou o gatilho para uma campanha de conscientização que vai ganhar às ruas no período eleitoral e já vem sendo feita internamente por vários setores. A proposta é por gente nova na Câmara e pela eleição de um maior número de mulheres possível. Se isso realmente acontecer será Magé mostrando amadurecimento depois de um longo período de opressão e acomodação política.

Oposição pode unir forças em Porto Real

Cida tem dito que não será candidata, abrindo mão para Jorge Serfiotis, que se confirmar candidatura poderá enfrentar um blocão Se a atual prefeita abrir mão da disputa e optar por apoio a ex-prefeito

Duas vezes vice-prefeita em uma mesma chapa, a atual governante de Porto Real, Maria Aparecida Rocha, a Cida, poderá causar a formação de um grande bloco de oposição com vistas as eleições municipais de outubro, uma aliança que se pretende forte para evitar o possível retorno do ex-prefeito Jorge Serfiotis ao poder na cidade, que tem pouco mais de 13 mil eleitores e um universo de cerca de 19 mil habitantes. É que Cida tem dito que não pretende disputar a reeleição, o que deixaria o caminho livre para o ex-prefeito tentar reassumir a Prefeitura. Serfiotis inclusive já confirmou que é pré-candidato e até trocou de legenda: ele deixou o DEM e ingressou no PMDB.

Desinformação ou má-fé?

A delegada Patrícia Alemany, o delegado Flávio Porto e o promotor João Luiz Ferreira de Azevedo Filho deram entrevista logo após a operação e em nenhum momento citaram o município de Casimiro de Abreu Oposição usa informação equivocada como verdade absoluta para criar tumulto em Casimiro de Abreu e beneficiar ex-prefeito

Uma informação fora do contexto do fato em notícia produzida pela emissora afiliada da Rede Globo na Região dos Lagos está sendo usada na Câmara de Vereadores de Casimiro de Abreu para criar tumulto e supostamente ajudar o ex-prefeito Paulo Dames que, apesar dos problemas com a Justiça e de estar pendurado na Dívida Ativa por ter sido condenado em vários processos analisados pelo Tribunal de Contas do Estado a devolver o total de mais de R$ 5 milhões aos cofres da municipalidade, quer voltar a governar a cidade. Em pronunciamento em plenário o vereador João Medeiros fez vários ataques a atual gestão como se o fato tivesse sido consumado em Casimiro de Abreu, embora saiba que nenhuma das empresas mencionadas no noticiário sobre a Operação Cerro - realizada na semana passada em Teresópolis pela Polícia Civil e o Ministério Público - tem contrato para prestação de serviços ou fornecimentos com a Prefeitura local.

Merenda em Magé teve mais um contrato questionado

Empresa controlada pelo irmão do presidente da Câmara de Vereadores teve váarios contratos. Um deles era para fazer duas entregas semanais de hortifrutigranjeiros Dono de empresa afirma que ex-prefeita não respondia aos questionamentos do Tribunal de Contas e por causa disso alguns processos acabaram julgados a revelia

Além do contrato 010/05 firmado em 2005 com a Prefeitura de Magé para o fornecimento de gêneros alimentícios às escolas e creches da rede municipal de ensino - que foi alvo de inquérito no Ministério Público e de uma ação judicial por improbidade administrativa - a empresa Dalte e Souza Comércio, controlada por um irmão do atual presidente da Câmara de Vereadores, teve pelo menos mais um questionado.  Trata-se do contrato 028/07, firmado em março de 2007, um ano e três meses antes de a empresa pedir baixa junto à Receita Federal. A Dalte e Souza, que pertencia a Alan Santos de Souza e Marlene das Graças dos Santos Souza, parentes do vereador Rafael Santos de Souza, o Rafael Tubarão, foi a principal fornecedora de merenda escolar no município na primeira gestão da prefeita Núbia Cozzolino e encerrou suas atividades em junho de 2008, quando o Ministério Público já estava investigando o contrato de 2005.  

Por mais verba Câmara quer derrubar prefeito em Itaocara

Gelsimar começou sua vida laborativa plantando e cortando cana Mas decisão judicial põe ordem na Casa e segura mandato do único governante eleito pelo PSOL que chegou a ser cassado na última terça-feira

Por dez votos a um, em sessão realizada na última terça-feira, 10 dos 11 vereadores de Itaocara decidiram pela cassação do prefeito Gelsimar Gonzaga (PSOL) pelo “crime” de não suplementar os repasses para a Câmara. Não fosse o pronto julgamento do recurso impetrado pela defesa do governante pelo juiz Rodrigo da Rocha de Jesus, o pequeno município do Noroeste Fluminense estaria sendo agora governado pelo vice-prefeito Joaquim Maia Figueira Junior (PROS). A liminar que impediu a ascensão do vice foi dada pouco antes da solenidade de posse (na quarta-feira), mas o comando do Poder Legislativo ainda não desistiu de fazer “justiça” pela “gravíssima irregularidade” atribuída a Gelsimar e está tentando derrubar a decisão judicial.

Justiça vê improbidade na compra de merenda em Magé

Rafael só passou a investigar atos do Poder Executivo após Claudio da Pakera renunciar e o deixar como primeiro na linha de sucessão Parentes do presidente da Câmara de Vereadores tentam reverter condenação por venda superfaturada de alimentos na gestão de Núbia Cozzolino, apontada em denúncia do Ministério Público

Conduzindo atualmente três comissões processantes contra o prefeito Nestor Vidal por supostas irregularidades administrativas, o hoje presidente da Câmara Municipal de Magé, Rafael Santos de Souza, o Rafael Tubarão, ignorou na gestão passada - quando já integrava o Poder Legislativo - denúncias de aquisição supostamente superfaturada de alimentos para abastecer as escolas da cidade, inclusive fatos apurados pelo Ministério Público e que resultaram em condenação por improbidade administrativa e teve rejeição de recurso por parte do Tribunal de Justiça. É o caso, por exemplo, do processo 0026564-89.2015.8.19.0000, que envolve a empresa Dalte e Souza Comércio e seus donos, Alan Santos de Souza e Marlene das Graças dos Santos Souza, parentes de Tubarão, que só resolveu investigar atos da administração atual depois que o vice-prefeito Claudio Ferreira Rodrigues, o Claudio da Pakera, renunciou ao cargo e o deixou na posição de substituto imediato em caso de impedimento do prefeito.

Rio das Ostras: só agora vereadores viram que a Saúde está mal

Os moradores dizem que o Hospital Municipal de Rio das Ostras só tem fachada Parlamentares se omitem desde janeiro de 2013 e com a proximidade das eleições resolveram abrir o bico

Embora tenha contado com uma receita de quase R$ 2 bilhões para administrar nos últimos três anos, o prefeito Alcebíades Sabino dos Santos mergulhou Rio das Ostras no buraco e nunca foi cobrado em nada pela Câmara de Vereadores, onde, desde janeiro de 2013, conta com uma verdadeira tropa de choque em sua defesa. Os membros da Casa passaram mais de três anos batendo palmas para o governo e impedindo qualquer reação contra o prefeito. Nunca se manifestaram para fazer cobranças efetivas e muito menos fiscalizar as desastrosas ações, mesmo sabendo que as coisas vêm mal desde o início da gestão e que no setor de Saúde o melhor tratamento tem sido a “reboqueterapia”, a transferência de pacientes para as cidades vizinhas. Agora, com a proximidade das eleições, alguns dos nobres representantes do povo resolveram cobrar providências da secretária Ana Cristina de Carvalho Miranda Guerrieri, inclusive afirmando que chegam a pagar pela realização de exames fora do município, o que pode ser considerado captação ilícita de sufrágio, a popular compra de votos.

Austeridade ou jogada de marketing, prefeito?

Aluizio levou três anos para descobrir fantasmas em seu gabinete Aluizio levou três anos para descobrir que sua gestão em Macaé é “mal-assombrada”

A Secretaria de Administração de Macaé ainda não divulgou quantos servidores que estavam cedidos à Câmara de Vereadores e a outros órgãos atenderam ao chamado do governo, se reapresentando nos locais de trabalho de origem. Só na Câmara estavam 218 funcionários, mas o número de servidores nessa situação, incluindo o Legislativo, outros setores e até outros municípios, segundo uma fonte ligada a secretaria, pode chegar a 400. A fonte disse ainda que nem todos voltaram às suas funções e que a maioria dos que se reapresentaram não foi relotada ainda. Os vereadores não gostaram nada da decisão do prefeito Aluizio dos Santos Junior, o Dr. Aluizio em chamar o pessoal de volta e chegam a questionar o que Aluizio classificou como austeridade. Para muitos a decisão do prefeito não passa de uma jogada de marketing, com vistas às eleições municipais.

Pezão vai ter de explicar roubo de carro em Casimiro de Abreu

Alessandro Pezão conduzia o carro recém-adquirido sem seguro Presidente da Câmara conduzia veículo novo, ainda sem placa e sem seguro

Dizem que em maré de azar o urubu de baixo suja o de cima e parece que o presidente da Câmara de Vereadores de Casimiro de Abreu, Alessandro Macabu de Araújo, o Pezão, está passando por essa fase. Cheio de problemas com a Justiça e investigado pelo Ministério Público, ele agora vai ter de se virar para explicar porque conduzia um veículo avaliado em R$ 60 mil recém-adquirido para servir aos membros da Casa, sem providenciar o seguro. O carro em questão, um Grand Siena modelo 2016, cor preta, foi roubado na altura de Rio Bonito, quando estava a caminho do posto local do Detran para ser emplacado.