Sucessão em Casimiro de Abreu: vereadores Ramon Gidalte e Lelei da Marmoraria formam chapa para disputar a Prefeitura

Atualmente cumprindo mandato de vereador, o ex-prefeito Ramon Gidalte (foto) vai tentar voltar ao Poder Executivo, disputando a Prefeitura pelo Cidadania. O nome dele já foi homologado em convenção, assim como o do seu companheiro de chapa, o atual presidente da Câmara Municipal, Ozilei Alves Moreira, mais conhecido em Casimiro de Abreu como Lelei da Marmoraria, hoje filiado ao PDT. A aliança conta ainda com o Podemos, PRTB, PP, PMN, Pros e PTC.

Ramon governou Casimiro de Abreu  de janeiro de 1997 a 31 de dezembro de 2000. Passou um tempo fora da vida pública dedicando-se a advocacia e resolveu voltar em 2016, quando foi eleito vereador pelo então PPS, com 860 votos.

Câmara de Nova Iguaçu deverá rever corte no número de vereadores, mas o que for decidido só valerá para 2024

A Câmara de Vereadores de Nova Iguaçu voltará ao funcionamento normal amanhã (8) com a mesa diretora sofrendo grande pressão por conta da redução do número de parlamentares de 17 para 11, valendo para as eleições deste ano. Na Casa há quem defenda a ampliação para 21, 23, 25 e até para 29 cadeiras, número máximo permitido pela Constituição Federal para os municípios com universo populacional entre 750 mil e 900 mil moradores, mas se uma dessas for aprovada agora não poderá ser aplicada para a próxima legislatura.

Pelas regras do jogo, a proposta tem der apreciada duas vezes pelo plenário, com o intervalo de dez dias entre uma votação e outra. Se um projeto for votado amanhã a nova apreciação só ocorreria depois do dia 16, ultimo dia do prazo estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral para os partidos realizarem suas convenções. Os partidos formam listas para lançarem entre 21 e 25 candidatos à vereador este ano e estavam com suas nominatas praticamente fechadas. Agora terão de reduzir bastante a quantidade de concorrentes.

Sucessão em Magé: PL e DEM fazem convenção segunda-feira para confirmar chapa com Rogério do Vale e Miguelzinho

Rogério e Miguelzinho formarão a chapa do governo Está marcada para começar às 9h de segunda-feira (7), na Câmara de Vereadores de Magé, a convenção que vai confirmar os nomes de Rogério do Vale (PL) e Miguelangelo Pereira Peligrino, o Miguelzinho da Climamp, na chapa que disputará a Prefeitura. Atualmente presidindo o Poder Legislativo, Rogério está sendo indicado pelo PL a prefeito, e Miguelzinho, pelo DEM, a vice.

A união de Rogério e Miguelzinho foi antecipada no dia 12 de novembro de 2019 pelo elizeupires.com na matéria Prefeito de Magé já anunciou sua chapa preferida para 2020. A dupla conta com o apoio do prefeito Rafael Santos de Souza, o Rafael Tubarão.

Mais um membro do grupo de Max grita por independência em Queimados: Dra. Fátima pode disputar a Prefeitura pelo PP

Depois de Carlos Machado, que pulou do barco após sua esposa ser exonerada do cargo de secretária de Saúde, e do próprio prefeito Carlos Vilela, que decidiu não abrir mão do direito de disputar a reeleição, a vereadora Fátima Cristina Dias Sanches, mais conhecida na cidade como Dra. Fátima (foto), está disposta a fazer carreira solo, disputando a Prefeitura de Queimados pelo PP, se distanciando do grupo político liderado pelo deputado estadual Max Lemos.

Na manhã desta quarta-feira (2) o que se ouvia na Câmara de Vereadores é que Fátima – que está no terceiro mandato consecutivo – não teria aceitado o papel de coadjuvante que lhe teria sido oferecido por Max, que a queria como vice numa chapa encabeçada por seu irmão, o ex-secretário de Educação Lenine Lemos.

Mendes: Câmara vota contra aumento de alíquota previdenciária

Contribuição patronal e dos servidores, por imposição da reforma, teria que subir para 14%

Mal das pernas, financeiramente falando, com um déficit atuarial de R$ 408 milhões, o Fundo de Previdência e Pensões dos Servidores Públicos Municipais de Mendes, o Previ-Mendes, poderá ficar em situação ainda pior. É que a Câmara de Vereadores enterrou a proposta do prefeito Rogério Riente de aumentar a alíquota de contribuição previdenciária dos atuais 11% para 14%. O aumento, que tem de prevalecer também em relação a contribuição patronal, é uma exigência da reforma da previdência aprovada pelo Congresso e o município que não fizer a correção poderá sofrer sanções.

Duque de Caxias: Hospital do Olho estaria sendo usado para fins eleitorais por pré-candidatos de vários pontos do estado

Moradores e lideranças comunitárias de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, reclamam que a única unidade municipal de Saúde que realmente funciona na cidade é o Hospital do Olho Julio Cândido de Brito, o primeiro da rede pública especializada em oftalmologia na região. Mas ainda assim há um porém: queixam-se de o hospital estaria atendendo mais a gente de fora que a população local e estaria sendo usado para fins eleitorais. Quem mora em Duque de Caxias só estaria conseguindo agendar atendimento através de indicações políticas, enquanto pacientes de outras cidades chegam em vans lotadas para serem atendidos no mesmo dia.

O forte da unidade são as cirurgias de catarata. É o caso por exemplo de moradores do Complexo da Maré, no Rio, atendidos a cada 15 dias. Na próxima semana o Ministério Publico deverá estar recebendo uma representação específica sobre esses atendimentos, pois suspeita-se que as pessoas estariam sendo encaminhadas por um pré-candidato a uma vaga na Câmara de Vereadores da Capital.

Com sete anotações na lista do TCE e duas cassações no currículo, ex-prefeito de Mangaratiba quer voltar a governar a cidade

● Elizeu Pires

Com duas cassações em seu currículo e sete anotações na lista dos gestores com irregularidades nas contas apresentada ao Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro pelo Tribunal de Contas do Estado, o ex-prefeito de Mangaratiba, Aarão de Moura Brito Neto (foto) pretende voltar a governar o município. Ele é pré-candidato a prefeito pelo Cidadania.

Ex-prefeito de Rio das Ostras pretende retornar à vida pública por onde começou, pela Câmara de Vereadores

Três vezes prefeito da cidade, Carlos Augusto Balthazar (foto) não vai concorrer ao quarto mandato. Ele confirmou ontem (28), que pretende retornar à vida política de Rio das Ostras por onde começou: vai disputar uma cadeira na Câmara de Vereadores, da qual, inclusive, foi presidente. Em contato com o elizeupires.com nesta sexta-feira ele revelou que vai trabalhar nos próximos dias para tentar unir a oposição.

"Nossa cidade está sofrendo as consequências de uma má-gestão. Vamos trabalhar para recolocar Rio das Ostras nos trilhos do desenvolvimento. Sou hoje pré-candidato a vereador e assumo o compromisso de somar as forças, reunindo os que estão preocupados com o estado de estagnação em que o município se encontra", afirmou.

Redução do número de vereadores em Nova Iguaçu gera choradeira entre pré-candidatos, mas não pode ser considerada ilegal

Muitos vereadores querem manter as atuais 17 cadeiras, mas o tempo é curto e até agora não há uma movimentação nesse sentido Preparados para lançar entre 21 e 25 candidatos à vereador este ano, com suas nominatas praticamente fechadas, os partidos que vão disputar as eleições municipais em Nova Iguaçu terão de reduzir bastante a quantidade de concorrentes, porque o numero de vagas na Câmara da cidade foi reduzido ainda mais, caindo de 17 para 11, isso numa Casa Legislativa que chegou a ter 33 parlamentares.

Essa foi a terceira redução feita pela Casa desde 2014, quando foi feita uma emenda na Lei Orgânica passando de 29 para 21 cadeiras. Em 2016 uma nova emenda foi aprovada, cortando mais quatro, fixando em 17 o número de vereadores a serem eleitos em 2016.

Vices de ontem, adversários de hoje: ex-companheiros de chapa vencedoras em 2016 vão se enfrentar direta ou indiretamente nas eleições deste ano em Queimados, Guapimirim e Magé

Machado, a esquerda, foi vice de Vilela numa chapa indicada por Max O policial militar Carlos Machado de Oliveira passou mais de uma década no grupo que governa Queimados desde janeiro de 2009. Ocupou cargos e em 2016 foi companheiro de chapa do prefeito Carlos Vilela. Em dezembro de 2019, na semana em que sua esposa foi exonerado do cargo de secretária de Saúde ele anunciou que estava se desligando do grupo e que disputaria a eleição para prefeito este ano. No último dia 15 ele revelou que estava renunciando como vice-prefeito para configurar-se como oposição de verdade aos olhos dos eleitores. Como vai explicar os quase 11 anos de ligação com o grupo liderado pelo deputado os eleitores queimadenses terão de esperar pela campanha para ficarem sabendo...

A história de Machado é quase a mesma a verificar-se em Guapimirim e Magé, também na Baixada Fluminense. Só que nesse dois municípios a disputa será indireta. No caso de Guapimirim o vice-prefeito Ricardo de Oliveira Almeida, o Pastor Ricardo, não  concorre a prefeito, assim como o deputado estadual Vandro Lopes Gonçalves, Vandro Família, ex-vice-prefeito de Magé. Os dois optaram por apoiar adversários de seus ex-aliados.