Turma da arminha com a mão fica chupando dedo na Baixada

Soldados da tropa bolsonarista não arrumaram "nem para o café" nas urnas

Apoiado por Alana Passos, Major Rodrigues se apresentava como "o único candidato a prefeito bolsonarista de Queimados". Somou 5.511 votos Na noite dia 28 de outubro, numa conhecida pizzaria de Nova Iguaçu, um grupo de recém-eleitos pelo PSL comemorava a vitória do presidente Jair Bolsonaro. Eufórico, um deles – o que parecia ser líder do grupo –, jogando a fumaça de seu charuto para o alto, não se conteve: "Vamos tomar a Baixada de assalto em 2020, eleger todos os prefeitos e a maioria esmagadora de vereadores". Se deram mal. O líder mais ainda, porque vai ter que gastar tempo e dinheiro para se defender das acusações de suposta participação nas fraudes da saúde estadual, no esquemão que derrubou a ele e o governador Wilson Witzel.

Municípios com eleição indefinida poderão ser governados interinamente por presidentes das Câmaras de Vereadores até novo pleito

A Prefeitura de Volta Redonda é um das que poderão ser comandadas por um vereador, pois o candidato a prefeito mais votado - Antônio Francisco Neto - está com os votos sub judice De acordo com a legislação eleitoral em vigor, decisão judicial que leve ao indeferimento do registro de candidatura, a cassação do diploma ou a perda do mandato de candidato em pleito majoritário resulta na realização de novas eleições, independente do número de votos anulados, e esse é o dispositivo que será aplicado em relação aos municípios que não tiveram a eleição de prefeito definida no último domingo, por conta de os mais votados terem concorrido com os registros indeferidos e não tiveram a votação validada de imediato pelo Tribunal Superior Eleitoral.

Os recursos serão analisados pelo TSE e o certo seria que isso acontecesse logo, mas não há prazo definido para os julgamentos, o que pode, em alguns casos, só acontecer no ano que vem. Nesses casos, pela lógica, o Tribunal Superior Eleitoral teria até o dia 19 de dezembro para julgar os processos, último dia de funcionamento do Poder Judiciário, mas não significa que a coisa vá ser necessariamente desse jeito, e é ai que está a possibilidade de o vereador que for escolhido para presidir a Câmara de uma dessas cidades virar prefeito interino, até a realização do novo pleito, pois na legislação não existe essa de o segundo colocado ser declarado eleito.

Mais votado em Meriti, Didê já caiu dentro da campanha para o segundo turno

Enquanto descansa, carrega pedra. O ditado popular se aplica ao presidente da Câmara de Vereadores de São João de Meriti, Davi Perini Vermelho, o Didê, que começou a trabalhar pela reeleição do prefeito João Ferreira Neto, o Dr. João (DEM), que vai enfrentar o deputado estadual Leo Vieira, que concorre pelo PSC. Didê somou 5.050 votos. "Sempre disse que a eleição do Dr. João, para é mais importante que a minha e agora vamos dobrar os esforços", afirma Didê.

Votação para prefeitos e vereadores deve ser rápida e fácil: TSE recomenda que eleitores levem cola com número dos candidatos

Neste domingo (15) será dia dos eleitores brasileiros voltarem às urnas para escolher vereador e prefeito. Essa será uma votação curta, com escolha de apenas dois candidatos, por isso a tendência é que seja uma votação mais rápida e fácil. Mas o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recomenda que o eleitor leve a tradicional "colinha", com os números dos seus candidatos em um papel.

O candidato a vereador será a primeira escolha a aparecer na urna eletrônica. Após confirmar esse voto, o eleitor deverá escolher o prefeito. Números de vereadores são compostos de cinco dígitos e números de prefeitos são dois dígitos.

Barra Mansa: Justiça afasta prefeito e dois vereadores

Os agentes públicos foram acusados por compra de votos na Câmara

O prefeito de Barra Mansa, Rodrigo Drable (foto) voltou a ser afastado do cargo pela Justiça. Decisão foi tomada pelo Segundo Grupo de Câmaras Criminais do Tribunal de Justiça do Estado do Rio no mesmo processo que o tirou do cargo por alguns dias em julho. Candidato a reeleição, Rodrigo é acusado de ter comprado votos para que suas contas de gestão relativas ao exercício de 2018 fossem aprovadas, apesar de terem recebido parecer contrário do TCE-RJ. A Justiça mandou afastar ainda os vereadores Paulo Afonso Sales Moreira, vulgo Paulo Chuchu, presidente da Câmara Municipal, e Zélio Resende Barbosa, e o coronel da Polícia Militar Jorge Ricardo da Silva, ocupante de cargo comissionado da Prefeitura.

TCE rejeita recurso contra reprovação de contas do prefeito de Barra Mansa em parecer de 2019, mas decisão não vale nada porque Câmara de Vereadores derrubou tudo em votação colocada sob suspeita

Drable chegou a ser afastado do cargo a pedido do MP, que abriu inquérito para apurar denúncia de oferecimento de dinheiro em troca da aprovação das contas pela Câmara Municipal As contas da Prefeitura de Barra Mansa relativas ao exercício de 2018 foram fechadas com irregularidades nos gastos dos recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), o que levou Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro - em votação ocorrida em dezembro de 2019 - emitir parecer contrário no processo de prestação de contas do prefeito Rodrigo Drable. O gestor não gostou e entrou com um recurso de reconsideração, que acabou derrubado pelo plenário do TCE no último dia 21. A decisão da Corte de Contas, entretanto, não vale de nada, porque a Câmara de Vereadores, em maio deste ano, havia derrubado o procedimento do Tribunal em votação marcada por denúncia de suposta compra de votos.

Conforme o elizeupires.com revelou na matéria Prefeito de Barra Mansa é investigado por corrupção ativa: é acusado de oferecer dinheiro para vereadores aprovarem sua prestação de contas, publicada no dia 14 de julho, a sessão realizada pela Câmara de Vereadores no dia 12 de maio deste ano para analisar o parecer contrário emitido pelo TCE na prestação de contas de Drable, foi colocada sob suspeita a partir da revelação de um vereador de que o prefeito Rodrigo Drable teria oferecido R$ 30 mil pela aprovação de suas contas.

Sagrada Família tem só um candidato a prefeito e mulher adota Pica como nome de urna para tentar uma vaga na Câmara

Ela foi registrada como Josiane Brizolla, mas podem chamá-la de Pica. Pelo menos esse é nome de urna escolhido por uma candidata a vereadora de uma das menores cidades do Brasil, Sagrada Família, no Rio Grande do Sul que, segundo o IBGE, tem cerca de 2.600 habitantes. Com 32 anos de idade e divorciada, a dona de casa resolveu entrar para a vida pública e filiou-se ao PT para isso.

Emancipado em 20 de março de 1992, o ex-distrito de Palmeira das Missões conta nove vereadores, cinco deles concorrendo à reeleição este ano.   Ao todo estão registrados na Zona Eleitoral local 20 candidatos a vereador e apenas um concorrente ao cargo de prefeito, o atual governante Marcos Nascimento dos Santos, do mesmo partido da Pica.

Vassouras esconde dados do fundo de previdência dos servidores que pode estar em desequilíbrio financeiro

Comemorado em 30 de outubro, o dia do servidor público está chegando, e o funcionalismo de Vassouras gostaria que fosse aceso um holofote sobre o órgão previdenciário da categoria, cujas contas não se sabe ao certo a quantas andam. Os segurados do Fundo de Previdência dos Servidores de Vassouras (FUPREVAS) não conseguem saber, por exemplo, como foram os gastos e as receitas da autarquia durante este ano.

Embora a Lei Complementar nº 51/2017, através do artigo 127 – Alínea II determine que os procedimentos administrativos definidos pelo Ministério da Economia - através de legislação infraconstitucional - devem ser cumpridos, a falta de transparência da gestão do FUPREVAS é acintosa. No site ministério há o link cadprev web que permite a verificação dos dados com seu status estagnado, simplesmente.

Decisão judicial derruba todos os candidatos do PSL em Silva Jardim, inclusive a companheira de chapa do atual prefeito

Marcilene foi indicada para ser a vice de Jaime, mas os "gênios" do PSL se esqueceram de uma coisa: o diretório local nem CNPJ tinha e então resolveram tomar "emprestado" o do diretório de São João de Meriti O prefeito interino de Silva Jardim, Jaime Figueiredo, terá de substituir a sua candidata a vice-prefeita, Marcilene Xavier (PSL). Ele concorre pelo PROS e escolheu a atual presidente da Câmara de Vereadores para compor a chapa, mas uma barbeiragem que está sendo vista como fraude levou o juízo da 63ª Zona Eleitoral impugnar o pedido de registro dela e de toda a nominata do PSL, que inclui dois vereadores em exercício de mandato, Vivaldo Magalhães de Oliveira e Gracil de Araujo Quintanilha, o Zil do Caxito.

Conforme o elizeupires.com revelou na matéria 'Barbeiragem' pode derrubar chapa formada por PROS e PSL em Silva Jardim e ainda prejudicar os candidatos a vereador das duas legendas, veiculada no dia 10 de outubro, uma ação de impugnação de registro de candidatura apontou que a convenção do PSL que decidiu formar aliança com o PROS, apresentou Marcilene como candidata a vice-prefeita e indicou candidatos à Câmara Municipal, se deu de forma irregular, pois o diretório de Silva Jardim nem CNPJ tinha e os membros da comissão executiva resolveram usar o CNPJ do diretório do PSL de São João de Meriti, na Baixada Fluminense.