Secretaria é comandada por pastor indicado por deputada "fiel" da Igreja Universal do Reino Deus
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Mandado foi cumprido na Câmara de Vereadores de Paracambi
Presidente em exercício da Assembleia Legislativa, o deputado André Ceciliano (foto), em nota encaminhada agora há pouco ao elizeupires.com, que a busca e apreensão feita ontem (3) na Câmara de Vereadores de Paracambi pelo Ministério Público, foi pedida por ele mesmo através de sua defesa, para, segundo afirmou, esclarecer duvidas em um processo judicial aberto contra ele em 2011. O cumprimento do mandado se deu para que fosse encontrado um processo administrativo, solicitando antes pelo MP, mas não entregue pela presidência da Casa, apesar de reiteradas requisições. “O caso agora será esclarecido”, afirmou o parlamentar.
Empresa sem frota e com apenas R$ 300 mil de capital social é a grande beneficiada: quase R$ 18 milhões por seis meses de serviços na coleta de lixo
Segundo Claudio Moreira, presidente da Companhia de Serviços Públicos de Cabo Frio (Comsercaf), uma autarquia municipal, a limpeza urbana vai muito bem obrigado. Diz que o serviço é feito por um efetivo operacional formado por cerca de 500 funcionários, 46 caminhões e 13 máquinas, mas não explica, por exemplo, a fabricação de uma situação de emergência para que uma empresa sediada em Alfenas, no estado de Minas Gerais - sem frota própria e com capital social de apenas R$ 300 mil - pudesse ser contratada sem licitação, ao custo de R$ 2,9 milhões por mês. De acordo com denúncias ignoradas pela Câmara de Vereadores, mas já encaminhadas ao Ministério Público, a gestão do prefeito Marcos da Rocha Mendes, o Marquinho Mendes (foto), estaria abusando dos contratos sem licitação, a maior parte deles através da Comsercaf, alegando sempre "situação de emergência".
Há décadas que as empresas de ônibus vinham explorando as linhas municipais sem licitação e nunca se queixaram disso. Só foram legalizadas no ano passado. Agora, com o cancelamento do processo licitatório das vans vêem a chance de dar fim ao transporte alternativo com a a cumplicidade do governo Os trabalhadores do transporte alternativo de passageiros em Nova Iguaçu temem possível ação judicial a partir do cancelamento da licitação que regularizaria o serviço no município
As semelhanças dos casos não estão sendo vistas como meras coincidências pelos trabalhadores que ganham a vida com o transporte alternativo no município de Nova Iguaçu. É que seis dias após a publicação de um ato cancelando o processo licitatório 056/CPL/16, aberto para legalizar a exploração do serviço, donos de vans e kombis que suprem as deficiências dos concessionários nas linhas regulares, foram informados de que empresas de ônibus teriam impetrado uma ação judicial para retirar esses veículos de circulação e estariam contando com isso com apoio da Secretaria de Transporte, Trânsito e Mobilidade Urbana. Ao assinar o cancelamento da concorrência o secretário Herval Barros de Souza alegou como principal motivo o estado de calamidade financeira decretado pelo prefeito Rogério Lisboa. Esse foi o mesmo argumento usado pelo secretário para contratar, sem licitação, a Rodando Certo, empresa que explora o depósito público de veículos e o reboque de carros no município.
Segundo acordo firmado com o MP e definido na Justiça uma nova unidade estará pronta em 20 meses. Governo diz que a meta é construir 15 creches e 10 novas escolas até o final da atual gestão
O novo prédio da Creche Municipal Geraldo Dias Fontes, em Heliópolis, no município de Belford Roxo estará concluído no máximo em 20 meses e até lá as crianças serão atendidas em espaço alugado, pelo qual o município vai pagar R$ 9 mil. Acordo nesse sentido foi firmado pelo prefeito Wagner dos Santos Carneiro, o Waguinho (foto), com o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, através da Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Proteção à Educação (núcleo Duque de Caxias), com o apoio do Grupo de Atuação Especializada em Educação. O prazo para a construção da creche está definido em ação civil pública, no qual o prefeito assumiu o compromisso de arcar com o aluguel pelo período em que durarem as obras do novo prédio.
Em nota oficial encaminhada agora há pouco ao elizeupires.com, a direção da Limpatech Serviços e Construções, negou que o contrato 268/2012 firmado com a Prefeitura de Rio das Ostras para o serviço de coleta de lixo e operação do aterro sanitário da cidade foi cancelado pela administração municipal conforme o governo havia afirmado na última sexta-feira, pois, de acordo com a empresa, o contrato encerrou-se no dia 3 de junho. "Havíamos recebido, na data de 27 de abril de 2017, uma carta do município perguntando se tínhamos interesse em prorrogar o contrato por mais seis meses. Para que a cidade não sofresse com a interrupção dos serviços de coleta, continuamos trabalhando mesmo sem contrato. Após ficarmos 20 dias sem solução da Prefeitura, comunicamos que não tínhamos mais condições de esperar, e que iríamos paralisar os serviços, pois a Lei 8666 não permite que a empresa trabalhe sem contrato", diz a empresa.
Ainda segundo a empresa, no dia 28 de junho a Prefeitura foi comunicada de que se a prorrogação não fosse assinada e não houvesse uma programação dos pagamentos dos atrasados, os serviços seriam paralisados e que no mesmo dia foi surpreendida 'por caminhões de origem desconhecida trabalhando na coleta urbana'. "Procuramos os responsáveis para saber o que estava acontecendo e recebemos respostas evasivas. Em 29 de junho, no final do dia, tomamos conhecimento do comunicado da Prefeitura, cheios de inverdades, com ataque a nossa empresa", estende a nota, revelando ainda que a empresa está com faturas atrasadas desde março e que ainda não recebeu pelos serviços prestados de agosto a dezembro de 2016.
Operador financeiro do ex-governador Sérgio Cabral "entregou" agentes públicos, políticos e empresários do setor de transporte de passageiros
● Elizeu Pires
● Elizeu Pires
Os prefeitos Aluizio dos Santos Junior, Carlos Vilela, Claudio Vasques, o Chumbinho e Sadinoel de Oliveira estão na mira do TCE por causa dos editais do lixo O serviço de coleta de lixo no município de Itaboraí vem sendo executado desde 2013 na base do contrato emergencial e toda vez que a Prefeitura era cobrada pela falta de licitação surgia um edital esquisito para apreciação do Tribunal de Contas do Estado, que, por nele encontrar irregularidades, acabava suspendendo a concorrência até que fossem feitas correções na planilha de custos.
Embora seja a caçula da Baixada Fluminense, a Câmara de Vereadores de Mesquita desponta como veterana em termos de farra com o dinheiro público. São muitas as denúncias de irregularidades Denúncias citam pagamentos a assessores fantasmas, contratos de fachada e passeios
Entre 2001 e 2016 a Câmara de Mesquita recebeu e gastou pelo menos R$ 120 milhões e boa parte disso, apontam denúncias, teria sido desperdiçada em viagens desnecessárias, despesas não comprovadas, pagamento a servidores fantasmas e até em um curso para os membros da Casa, o que ninguém sabe se aconteceu de fato. No entender do Tribunal de Contas do Estado o tal curso foi contratado de forma irregular e isso levou o órgão a condenar, em 2009, o ex-presidente André Tafarel a devolver a R$ 1,5 milhão aos cofres públicos. Não se sabe quanto desse dinheiro foi já devolvido, bem como é praticamente impossível dizer onde e em que os valores repassados todos os meses pela Prefeitura estão sendo gastos, já que as contas vêm sendo mantidas numa espécie de caixa-preta pelos seus presidentes desde que a Casa foi instalada, em janeiro de 2001. Este ano, por exemplo, já foram feitos seis repasses no total R$ 4.614.310,59 e a mesma falta de transparência observada no passado é constatada agora na gestão do vereador Marcelo Santos Rosa, o Marcelo Biriba.
Sebrae vai oferecer capacitação técnica aos municípios da região
De acordo com a Organização Mundial do Turismo, a partir de 2020, 80% do turismo feito no mundo será constituído por viagens de curta distância, o que já é realidade na França, onde 80% dos 83,7 milhões de visitantes que por lá circulam estão a menos de quatro horas de viagem da capital. Pensando nisto o Sebrae está se preparando para fazer no estado do Rio de Janeiro, o que vem desenvolvendo no Distrito Federal e nos estados do Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e em Goiás, através do projeto Brasil Central Turismo. A instituição vai oferecer capacitação técnica aos municípios da Baixada Fluminense, região com grandes atrações naturais e históricas, como as verificadas em Magé, por exemplo, que ao lado de Duque de Caxias, Mesquita, Japeri, Nilópolis, São João de Meriti, Belford Roxo, Seropédica, Queimados e Nova Iguaçu, fará parte do projeto. A proposta une as prefeituras da região e a Companhia de Turismo do Rio de Janeiro (TurisRio) - órgão do governo estado - em torno de um calendário regional de eventos, com as festas típicas das cidades, como a da amora, em Seropédica, e a do caranguejo, em Magé, destacadas pela TurisRio durante o Fórum Regional de Fortalecimento do Turismo, realizado em Duque de Caxias.