Guapimirim fica sem atendimento de emergência

O Hospital José Rabello de Mello vem registrando frequentemente falta de remédios e materiais básico Falta de remédios e material de consumo fecha o pronto atendimento

Embora a Secretaria Municipal de Saúde tenha comprometido nos últimos meses cerca de R$ 5 milhões com a aquisição de remédios, material de consumo, manutenção da frota e compra de artigos de papelaria, por falta de recursos foi fechado nesta terça-feira o setor de emergência do Hospital José Rabello de Mello. De acordo com informações de servidores lotados na rede de atendimento médico, a situação já dura um mês, mas piorou bastante na última semana. “Nós queremos trabalhar, mas não tempos condições de trabalho. O pior é que não temos para quem apelar, pois o prefeito (Marcos Aurélio Dias) sumiu da cidade e o secretário de Saúde não resolve nada. Se gastou o município dinheiro com remédio e material básico onde isto foi parar?", indaga um funcionário da unidade.

Limpeza terceirizada também sai caro para Guapimirim

Marcos Aurélio já tem problemas com a Justiça por causa de mão de obra terceirizada, mas parece que quer mais Auxiliar de serviços gerais estaria custando R$ 3.161,44, mas salário que aparece como base na planilha da empresa contratada pela Secretaria de Educação é de R$ 1.077,80

Não é apenas a mão de obra fornecida pela empresa Rio de Janeiro Serviços ao município de Guapimirim que está custando caro aos cofres da municipalidade. A planilha de custos apresentada pela Oliveira Dutra Soluções Integradas - vencedora do Lote 1 do Pregão 64/2016, realizado em setembro para terceirização dos serviços limpeza, conservação, copa, cozinha e de vigias para as unidades da rede municipal de ensino -, também revela que os trabalhadores terceirizados para atuarem na limpeza das escolas e creches estariam custando muito mais do que recebem no fim do mês. É o caso, por exemplo, da função de encarregado de limpeza, que aparece na planilha com salário base de R$ 1.346,34 e com um custo final de R$ 3.821,67.

Feitiço vira contra o feiticeiro em Silva Jardim

Roni (centro), Binho, Marcilene e Flávio também terão de responder se a proposta for mesmo de moralização Presidente da Câmara quer cassar adversária para deixar o caminho livre no futuro, mas responderá pela mesma acusação feita contra ela, assim como mais três vereadores

Acostumado a acatar ordens do patrão numa rede de drogarias, o presidente da Câmara de Vereadores de Silva Jardim, Roni Luiz Pereira, o Roni da Farmácia, o obedece também no Poder Legislativo. O chefe de Roni na iniciativa privada é o prefeito Anderson Alexandre, que mandou e ele está tentando cassar o mandato da vereadora Zilmara Brandão da Silva, que este ano disputou a Prefeitura pelo PR e ficou em segundo lugar. Contra ela está tramitando, a toque de caixa, um processo de cassação por prática de nepotismo, mas o presidente da Casa - que também terá de responder pela mesma ilegalidade - está ignorando práticas idênticas, envolvendo pelo menos outros três membros da Casa. De acordo com o grupo da vereadora, o interesse de Anderson Alexandre e de seu funcionário em cassar Zilmara faltando pouco mais de um mês para ela deixar a Câmara, é torná-la inelegível por oito anos, deixando-a fora do páreo em 2020, quando o patrão pretenderia lançar o empregado à sua sucessão.

Médicos sem salário e sob pressão em Belford Roxo

O prefeito Dennis Dauttmam não está conseguindo fechar as contas e os servidores sofrem a consequências Categoria ainda sofre com a falta de condições de trabalho

Os servidores efetivos do município de Belford Roxo ainda não sabem quando receberão os salários de setembro, mas isto não é o que de pior está acontecendo. Essa incerteza afeta apenas os funcionários do setor de ensino, os mais “tranquilos” - seus vencimentos estão assegurados pelos repasses do Fundeb -, já que nas demais categorias o incerto dá lugar ao desespero, pois a maioria ainda luta pelo o mês de agosto. Entretanto, tem servidor que não recebeu o pagamento de julho, isto em um setor essencial, a Saúde, onde médicos, enfermeiros e pessoal de apoio trabalham sob pressão por conta das ameaças de retaliação se faltarem ao trabalho.

Maior doador da campanha de Aluizio é citado na Lava Jato

Então deputado federal pelo PV, em 2012 Aluizio foi para as ruas se apresentando como o candidato da mudança Marcos Antônio Cahu Lauria fez dois repasses declarados no total de R$ 195 mil

Cinco meses após a divulgação de uma lista com cerca de 300 nomes de políticos que teriam recebido da Odebrecht recursos supostamente não declarados para a campanha eleitoral de 2012, entre eles os prefeitos de Rio das Ostras e Macaé, Alcebíades Sabino dos Santos (PSDB) e Aluizio dos Santos Junior, o Dr. Aluizio (PMDB), o nome do prefeito macaense voltou a ser citado por doação feita por investigados na operação Lava Jato na mesma campanha, mas desta vez o repasse aparece como declarado nominalmente à Justiça Eleitoral.

Patinho feio faz bonito na Baixada…

Timor se esforça para manter as contas em dia e Tarciso nem sabe quando pagará os salários dos servidores ...enquanto o bonito faz feio

Japeri e Paracambi são municípios vizinho e integram a Baixada Fluminense. O primeiro é o mais pobre da região é e chamado pelo vizinho de “patinho feio”, mas é na cidade com menos recursos que muitos paracambienses vão busca socorro médico e é a cidade e é dela que também surge um exemplo que o gestor de Paracambi deveria seguir. Japeri está com os salários e as faturas dos fornecedores e prestadores de serviços em dia, enquanto o “patinho bonito” não sabe nem quando vai quitar os vencimentos de julho, deixando os servidores na mão.

Folha de ponto de servidor também vira fantasma em Macaé

Clementino Filho (esquerda) receberia sem trabalhar desde outubro de 2012. 'Assombrava' o gabinete do prefeito Comprovação de frequencia solicitada não foi enviada ao Ministério Público

Jogando para a platéia, mais de três anos após ter conhecimento do problema, o prefeito de Macaé, Aluizio dos Santos Junior, o Dr. Aluizio, anunciou, em fevereiro, uma operação caça-fantasmas e determinou o retorno de mais de 300 servidores em disponibilidade - que, segundo o governo, estariam recebendo sem trabalhar - a seus setores de origem. Entretanto, em pelo menos um caso a administração municipal não estaria colaborando com as investigações abertas pela 1ª Promotoria de Tutela Coletiva (núcleo local), deixando de enviar documentos solicitados. O caso específico é do secretário de Turismo de Santa Maria Madalena, Clementino da Conceição Filho (filho do prefeito daquele município, Clementino da Conceição), que foi aprovado em 2011 para a função de auxiliar de serviços gerais, mas é apontado como “fantasma” desde que foi empossado no cargo (em 2012) e colocado à disposição do gabinete do prefeito, onde permaneceu até setembro do ano passado.

Sabino faz carinho em Carlos Augusto

Para alguns membros de grupos de oposição a Sabino e a Carlos Augusto há um "namoro" em andamento E os impositores em Rio das Ostras vêem nisto sinal de aliança

Embora seus aliados digam que ele vai disputar a reeleição, observadores da política em Rio das Ostras afirmam que se o prefeito Alcebíades Sabino tiver bom senso fará o mesmo que o prefeito de Cabo Frio, Alair Correa: jogará a toalha antes mesmo de começar a luta. Se isto vai acontecer ninguém pode afirmar, mas uma simples portaria cedendo um servidor para a Assembléia Legislativa com os encargos e salários sendo pagos pelo contribuinte riostrense, despertou no grupo de oposição, a chamada terceira via, a suspeita de que o ato foi um gesto de carinho ao ex-prefeito Carlos Augusto Balthazar, sinal de uma possível aliança, pois o funcionário cedido é tido na cidade como homem de confiança do hoje deputado estadual.

Câmara de Macaé vai à Justiça para manter incorporações

Médico do município, Eduardo Cardoso (esquerda), presidente a Câmara de Vereadores (Foto:Divulgação/CMM) Justificativa é garantir direito dos aposentados, mas ativos também poderão ser beneficiados

A decisão do Tribunal de Justiça de manter a suspensão do pagamento de elevados salários a servidores ativos e inativos do município de Macaé, um grupo que foi privilegiado com duas leis complementares aprovadas na gestão do prefeito Riverton Mussi e gerou contracheques de até R$ 66 mil, está sendo combatida pela procuradoria da Câmara de Vereadores, Casa de Leis comandada pelo médico Eduardo Cardoso Gonçalves da Silva, médico socorrista que até a suspensão do pagamento das incorporações tinha salário de mais de R$ 43 mil. A alegação é de que os servidores aposentados atingidos pela decisão do TJ precisam ter seus direitos restabelecidos, mas o embargo de declaração pretendido pode acabar beneficiando os funcionários em atividade, derrubando o teto de R$ 17 mil fixado pelo prefeito Aluizio dos Santos Júnior para os salários da administração municipal.