Depois dos gastos mal explicados com salgadinhos, pães, bolos e sacos de pipoca, Prefeitura de Aperibé não mostra as contas

Quem busca informações sobre os gastos depara com este aviso Quanto a gestão do prefeito Wandelar Dias vem gastando por mês e com o que? Quem entra no site oficial de Aperibé, pequenino município do interior do estado do Rio de Janeiro, fica sem resposta, pois o Portal da Transparência – mesmo a Prefeitura tendo uma empresa contratada para mantê-lo funcionando a contento, com todas as informações sobre despesas, receitas, contratos, processos licitatórios, folha de pessoal e outras coisas mais – não revela nada sobre receita e pagamentos a fornecedores e prestadores de serviços. Nos últimos meses quem tenta acessar o portal depara com um pedido de desculpas e o aviso de que uma nova ferramenta está sendo terminada.

Na verdade, a falta de transparência não é nenhuma novidade em Aperibé, pois era marca registrada das gestões anteriores. Só que os contribuintes da cidade que acreditaram no discurso de moralidade e austeridade que ouviram durante a campanha eleitoral na eleição suplementar do ano passado, e achavam que com Vandelar seria diferente, ainda não viram a tal da tão sonhada transparência.

Cantor e compositor baiano terá estátua em Rio das Ostras: Prefeitura contratou escultura por R$ 100 mil, sem licitação

O mar e os costumes retratados nas canções do cantor e compositor baiano Dorival Caymmi não são os de Rio das Ostras, na Região dos Lagos fluminense, município onde ele chegou a morar por algum tempo, mas o artista que morreu em casa, no Rio de Janeiro, em 16 de agosto de 2008, vai ser homenageado com uma estátua na cidade governada pelo prefeito Marcelino Borba, o Marcelino da Farmácia. O anúncio da homenagem está causando polêmica, não por ela, em si – já que se trata de um grande representante da cultura nacional –, mas pela inexigibilidade de licitação alegada pela Prefeitura

No momento em que usuários da rede de saúde reclamam da falta de médicos e até de medicamentos dos mais comuns, Marcelino decidiu gastar R$ 100 mil, um desperdício, na opinião de alguns.

PM morre em tiroteio com colega de farda em Nova Iguaçu

Crime aconteceu em bar freqüentado por estudantes universitários

Na hora do tiroteio estudantes de Direito relaxam depois de terem feito prova na Uni O Bar do Lúcio, muito freqüentado por estudantes da Universidade Iguaçu (Unig), foi cenário de uma troca de tiros entre dois policiais militares, e um deles, Jeferson Gonçalves, lotado no 20º BPM, morreu no local. Ele foi alvejado por vários tiros disparados por Emanuel Albuquerque, que, ferido no braço, foi medicado no Hospital da Posse, para onde também foi levado Adaulto Santos Neves, que nada tinha a ver com confusão. Pelo que foi apurado até agora, o tiroteio ocorreu porque Jeferson teria conversado com a namorada do PM Emanuel.

Empresa da “Família Locanty” vence licitação do lixo em Itatiaia

Mas dados nem todos os dados foram parar no Portal da Transparência

Quem buscou informações sobre a concorrência do lixo entre março e agosto encontrou um "em andamento" no site, mas já em junho foi feito um pagamento a empresa vencedora Dois contratos em nome da  Atitude Assessoria Ambiental, apontada como sucessora das empresas Locanty, Própria e Rio Zin em alguns municípios, foram publicados no Portal da Transparência da Prefeitura de Itatiaia no último dia 10, o que confirma que a empresa venceu uma concorrência pública que vinha se arrastando desde agosto de 2017, protelação que resultou em contratos emergenciais com a Rio Zin.

Ministério Público denuncia bombeiros por corrupção em Caxias

Acusação é de cobrança de propina para emitirem licenças

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, do Ministério Público do Rio de Janeiro, denunciou os bombeiros militares Lúcio Menezes da Conceição Júnior, Cristiano Willian de Alencar Xisto, Sidney da Silva Fernandes e Raíssa Moreira Assis por corrupção passiva. Eles são acusados de cobrança de propina para expedição de alvarás e licenças de estabelecimentos comerciais em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, que as que as exigências legais de segurança fossem cumpridas.

Contratos altos com as cooperativas não garantem salários em Caxias

Valores comprometidos com instituições que fornecem mão de obra somam mais de R$ 500 milhões, mas as reclamações dos trabalhadores são constantes

As reclamações contra atraso por parte da Prefeitura de Duque de Caxias são frequentes Campeãs de reclamações trabalhistas, alvos de ações por deixarem de pagar direitos dos contratados que terceirizam para o poder público, as chamadas cooperativas de trabalhadores estão faturando há anos em vários municípios fluminenses. Só em Duque de Caxias – cujo prefeito foi condenado recentemente pelo uso indevido de recursos do Fundeb e enfrenta cobranças por não pagar os servidores e prestadores de serviços em dia – os contratos com este tipo de instituição somam mais de R$ 500 milhões (confira aqui), mas isto não é garantia de salário no fim do mês nem de que a rescisão será paga quando o trabalhador for demitido.

CPI quer ampliar fiscalização das concessionárias de energia

Projeto de lei vai permitir celebração de convênio entre os governos estadual e federal

A Light tem sido denunciada à Justiça por abusos diversos As concessionárias de energia elétrica que estão em operação no estado do Rio de Janeiro poderão ser fiscalizadas, a partir do próximo ano, pela Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado do Rio de Janeiro (AGENERSA). Os deputados que compõem a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) destinada a investigar os serviços prestados pelas empresas LIGHT e Enel se reuniram, na sede do Palácio Guanabara, com o secretário de Desenvolvimento Econômico, Lucas Tristão. Na pauta do encontro, a celebração de um convênio entre a AGENERSA e a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), atual responsável por esse tipo de fiscalização no país.

Mais municípios podem aderir ao Criança Feliz

Atualmente, 1.575 municípios são elegíveis ao programa que tem como objetivo promover o desenvolvimento na primeira infância

O Ministério da Cidadania abriu, nesta terça-feira (17), a adesão para novos municípios ao Criança Feliz. São 1.575 cidades que podem se inscrever no programa de atenção à primeira infância. Com a abertura dessas adesões, aproximadamente 285 mil novas gestantes e crianças poderão ser beneficiadas. Para participar, o município deve ter ao menos um Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) e, no mínimo, 140 pessoas do público prioritário do programa. Minas Gerais é o estado com mais municípios elegíveis ao Criança Feliz, somando 332, seguido de São Paulo com 270 municípios. O Paraná é o terceiro estado, contando com 262 municípios elegíveis, e Santa Catarina o quarto, com 107 cidades. Criança Feliz – Presente em 2.620 municípios, o Criança Feliz já atendeu, até o momento, 761 mil crianças e gestantes. Mais de 20 milhões de visitas foram realizadas, por cerca de 22 mil profissionais. O atendimento é voltado às crianças beneficiárias do Bolsa Família de até três anos e as de até 6 anos que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC), além das gestantes. O Criança Feliz, que integra ações nas áreas da saúde, assistência social, educação, justiça, cultura e direitos humanos, venceu a edição 2019 de um dos maiores prêmios internacionais na área da educação: o WISE Awards da Cúpula Mundial de Inovação para a Educação. O prêmio reconheceu o trabalho como uma das principais e mais inovadoras iniciativas do mundo na área. O programa brasileiro de atenção à primeira infância competiu com mais de 480 projetos de vários países. Sobre a adesão - Para aderir ao Criança Feliz, o gestor da assistência social deve acessar o sistema Rede SUAS, localizado no portal do Ministério. Em seguida, preencher o Termo de Adesão e encaminhá-lo para aprovação do Conselho Municipal de Assistência Social. O município deverá elaborar, ainda, um diagnóstico regional e um plano de ação para a execução das visitas domiciliares. (com a Assessoria de Comunicação do Ministério da Cidadania)

São Paulo movimenta R$ 3 bilhões com cigarros ilegais

Levantamento mostra que criminalidade mantém 54% do mercado

Apesar das ações policiais, o mercado do cigarro ilegal tem crescido Pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência aponta que o contrabando continua respondendo pela maior parte dos cigarros consumidos em São Paulo: 54% de todos os cigarros que circulam no estado são contrabandeados do Paraguai. O montante irá movimentar cerca de R$ 3 bilhões apenas neste ano.

MPF move ação contra empresa de reciclagem por operar sem licenciamento em Caxias

O Ministério Público Federal propôs ação civil pública, com pedido de liminar, contra a empresa L.P.T.C Reciclagem, Luiz Carlos Rodrigue e Robson Alves de Andrade por operar, irregularmente, atividade de reciclagem de plástico em Jardim Gramacho, Duque de Caxias (RJ). A empresa estava funcionando sem qualquer tipo de competente autorização, permissão, concessão ou licença. "A poluição gerada pela atividade afeta de modo negativo a saúde dos habitantes da região, e os efeitos da atividade no solo e na água podem afetar negativamente a economia local, impedindo ou encarecendo a atividade de pesca, por exemplo, com consequências nefastas para a geração de renda e emprego locais e para a segurança alimentar dos habitantes de uma determinada área", esclarece o procurador da República Julio José Araujo Junior, autor da ação.

Nos pedidos, o MPF requer que os réus sejam condenados a apresentar plano de recuperação de áreas degradadas (PRAD), com homologação de órgão ambiental competente; abstenham-se de realizar novas intervenções na área fiscalizada em desacordo com legislação ambiental e promovam a retirada de todos os resíduos potencialmente poluidores e que permaneçam na área da empresa. Também é pedida a aplicação de multa por dano moral coletivo no valor de R$ 100 mil.