Em novembro de 2014 terceirizados da Coopsege que faziam a higienização do Hospital Geral de Japuíba, em Angra dos Reis, tiveram muitos problemas, entre eles atraso no pagamento dos salários Cooperativa que atua em várias cidades, fatura alto fornecendo mão de obra, mas não estaria garantindo os direitos dos trabalhadores que contrata para os municípios
Quanto custa aos cofres do município de Tanguá um trabalhador terceirizado que não recebe mais que R$ 800 de salário por mês? É isso que o prefeito Valber Luiz Marcelo de Carvalho vai ter de explicar, além de esclarecer quantos contratados indiretos estão à serviço da Prefeitura, em quais setores são lotados, se realmente trabalham e se estão tendo os direitos trabalhistas respeitados pela Coopsege - Cooperativa de Profissionais de Serviços Gerais, que tem um contrato firmado com o valor inicial de R$ 3,6 milhões para fornecer mão de obra para vários setores da administração municipal. Só este ano a Coopsege recebeu mais de R$ 500 mil do município, em pagamentos realizados até o dia 2 de junho. A Prefeitura, entretanto, não informa o quantitativo contratado nem quanto paga efetivamente por cada um dos terceirizados.